É com desilusão que escrevemos esta mensagem, num blogue que pretende ser dedicado a assuntos relacionados com o ténis, e não a questões de cidadania e boa educação.
Decorrido um ano desde o início do nosso projecto, estamos fartos de presenciar a constante violação das regras por parte dos utilizadores dos campos de ténis. Foi com revolta que verificámos o estado em que os campos se encontravam depois do período de férias. Cadeiras partidas e lixo espalhado pelos campos demonstram que, uma vez mais, algumas pessoas, terão literalmente invadido os campos, sem autorização e em total violação das regras previstas para a utilização dos mesmos.
Não queremos dar lições de moral, mas não é neste tipo de conduta que nos revemos. Não queremos fechar os olhos ou ficar calados perante uma sociedade em que o desrespeito pelas normas vigentes parece ser a regra e não a excepção, e em que tais comportamentos são muitas vezes aceites e desculpados pelos demais cidadãos.
Queremos acreditar que os nossos alunos respeitam as regras do clube e não fazem parte do grupo de infractores. A provar-se o contrário, ficaríamos desiludidos, pois além de pretendermos ensinar ténis, pretendemos ser formadores de pessoas e de carácter. Gostamos de liderar por exemplo e o ensino do respeito pelas regras, sejam elas de ténis ou outras, é pedra basilar na formação que prestamos.
Não aceitamos argumentos de que os preços de utilização dos campos são elevados ou que nem sempre os campos estão abertos (este último é hilariante, no mínimo, pois não estamos a ver ninguém a querer entrar num centro comercial, quando este está fechado, ou a utilizar as piscinas municipais fora do seu horário de utilização. Como é óbvio, qualquer espaço aberto ao público tem regras e regulamentos que têm de ser respeitados. E nos nossos campos tem de acontecer o mesmo. Os campos encontram-se fechados, logo o acesso é condicionado e só pode entrar quem for devidamente autorizado.
Estamos cientes das dificuldades criadas àqueles que gostam de ténis e gostam de jogar nos nossos campos, pelo facto de não haver um horário de funcionamento fixo. Mas tal não é possível de momento, não dispomos de uma secretaria e estamos dependentes do funcionário do pavilhão ou da presença do treinador. Esta não é, de todo, a solução ideal. Mas queremos que as pessoas percebam as nossas dificuldades e colaborem no sentido de melhorar. E não é a entrar por debaixo das redes, a partir cadeiras e a deitar lixo para o chão que algo vai mudar. É esta a mentalidade que queremos alterar.
Já todos percebemos que o ténis na cidade de Santa Maria da Feira é pouco ou nada apoiado pelas entidades autárquicas. Não nos resignamos com isso, mas sabemos que qualquer evolução e melhoria das condições terá de ser fomentada e posta em prática pela Escola de Ténis. O crescimento terá de ser de dentro para fora, de forma sustentada. E só com a ajuda dos nosso alunos e demais apaixonados pelo ténis iremos conseguir crescer e melhorar. Precisamos de espírito positivo e de ajuda, não de violação das nossas regras. Queremos quebrar com hábitos antigos e incutir o respeito pelas normas. Só assim seremos uma sociedade evoluída e ao nível de outros países europeus.
Decorrido um ano desde o início do nosso projecto, estamos fartos de presenciar a constante violação das regras por parte dos utilizadores dos campos de ténis. Foi com revolta que verificámos o estado em que os campos se encontravam depois do período de férias. Cadeiras partidas e lixo espalhado pelos campos demonstram que, uma vez mais, algumas pessoas, terão literalmente invadido os campos, sem autorização e em total violação das regras previstas para a utilização dos mesmos.
Não queremos dar lições de moral, mas não é neste tipo de conduta que nos revemos. Não queremos fechar os olhos ou ficar calados perante uma sociedade em que o desrespeito pelas normas vigentes parece ser a regra e não a excepção, e em que tais comportamentos são muitas vezes aceites e desculpados pelos demais cidadãos.
Queremos acreditar que os nossos alunos respeitam as regras do clube e não fazem parte do grupo de infractores. A provar-se o contrário, ficaríamos desiludidos, pois além de pretendermos ensinar ténis, pretendemos ser formadores de pessoas e de carácter. Gostamos de liderar por exemplo e o ensino do respeito pelas regras, sejam elas de ténis ou outras, é pedra basilar na formação que prestamos.
Não aceitamos argumentos de que os preços de utilização dos campos são elevados ou que nem sempre os campos estão abertos (este último é hilariante, no mínimo, pois não estamos a ver ninguém a querer entrar num centro comercial, quando este está fechado, ou a utilizar as piscinas municipais fora do seu horário de utilização. Como é óbvio, qualquer espaço aberto ao público tem regras e regulamentos que têm de ser respeitados. E nos nossos campos tem de acontecer o mesmo. Os campos encontram-se fechados, logo o acesso é condicionado e só pode entrar quem for devidamente autorizado.
Estamos cientes das dificuldades criadas àqueles que gostam de ténis e gostam de jogar nos nossos campos, pelo facto de não haver um horário de funcionamento fixo. Mas tal não é possível de momento, não dispomos de uma secretaria e estamos dependentes do funcionário do pavilhão ou da presença do treinador. Esta não é, de todo, a solução ideal. Mas queremos que as pessoas percebam as nossas dificuldades e colaborem no sentido de melhorar. E não é a entrar por debaixo das redes, a partir cadeiras e a deitar lixo para o chão que algo vai mudar. É esta a mentalidade que queremos alterar.
Já todos percebemos que o ténis na cidade de Santa Maria da Feira é pouco ou nada apoiado pelas entidades autárquicas. Não nos resignamos com isso, mas sabemos que qualquer evolução e melhoria das condições terá de ser fomentada e posta em prática pela Escola de Ténis. O crescimento terá de ser de dentro para fora, de forma sustentada. E só com a ajuda dos nosso alunos e demais apaixonados pelo ténis iremos conseguir crescer e melhorar. Precisamos de espírito positivo e de ajuda, não de violação das nossas regras. Queremos quebrar com hábitos antigos e incutir o respeito pelas normas. Só assim seremos uma sociedade evoluída e ao nível de outros países europeus.
Assim apelamos a todos para fomentarem o espírito de respeito pelas regras, sejam elas quais forem. Enquanto adultos, temos essa obrigação, para que um dia, os jovens de hoje se tornem adultos responsáveis e façam evoluir Portugal.
Obrigado.
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